Em abril de 2014, a assessora de imprensa curitibana Luanda F. da Silva visitou o Rio de Janeiro junto com o marido para tirar o visto americano. Ela aproveitou a estada para visitar os principais pontos turísticos do local. Para conhecer a orla de Copacabana, eles escolheram fazer o trajeto de bicicleta. Desde 2011, está em funcionamento na cidade do Rio de Janeiro o projeto de compartilhamento de bicicletas, chamado de Bike Rio. Após três anos, conta com 200 mil usuários cadastrados e quase três milhões de viagens registradas. Com esses números, confirma-se como o sistema desse gênero mais utilizado entre os demais espalhados pelo país. Embora o sistema seja usado por uma boa parte dos moradores, muitos turistas emprestam as bikes para conhecer alguns dos cartões postais da capital carioca, como foi o caso de Luanda. “Nós utilizamos o Bike Rio para passear. O bom foi não precisar usar ônibus ou carro para ir aos lugares próximos”, declara. Mas o sistema não foi o único motivo pelo qual a jornalista e o marido optaram por fazer turismo de bicicleta. No Rio, há ciclofaixas junto aos calçadões e, aos finais de semana e feriados, a avenida ao lado da orla, onde passam carros, fica fechada para o uso dos moradores e visitantes. Com a abertura das ruas para a utilização dos pedestres aos sábados e domingos, as bikes são ainda mais utilizadas pelos turistas. Luanda afirma que ao emprestar as bicicletas, observou outros visitantes também usando o sistema no final de semana que esteve por lá. A percepção da jornalista se enquadra na declaração feita pelo Mistério do Turismo, pois, de acordo com o órgão, o Rio é a cidade brasileira mais visitada pelos estrangeiros em busca de lazer no país. Como funciona Para emprestar as bicicletas laranjas do Bike Rio é preciso baixar o aplicativo no celular ou entrar no site www.movesamba.com.br/bikerio e se cadastrar. O passe livre mensal custa R$10, o diário R$ 5, com validade de 24 horas. O sistema funciona das 6h às 22h e o ciclista poderá emprestá-las quantas vezes quiser diariamente, ligando para a central de atendimento ou por meio do App. Porém, é necessário que a cada uma hora de uso, ele devolva o veículo em qualquer estação e espere 15 minutos para retirar outro. Se o usuário não fizer a devolução dentro do prazo de 60 minutos, será cobrado mais R$ 5 por hora excedida. Os contratempos Para Luanda, a única dificuldade enfrentada pelo casal foi na hora de retonar as bicicletas, pois é necessário encontrar uma vaga livre nas estações para realizar a devolução. Quando o ponto está cheio, é preciso procurar a próxima. Como entre elas pode haver até 1km de distância, o usuário corre o risco de extrapolar o limite de tempo, por não encontrar um espaço dentro do prazo.   Foto por Mario Roberto Durán Ortiz




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