A gravata pode ser uma só, mas o nó não precisa ser o mesmo. Há quem diga que são inúmeras as maneiras de apresentar o acessório em volta do pescoço. Porém, a Camargo Alfaiataria fala sobre os três tipos mais conhecidos. Tem o nó simples, para os homens clássicos, o duplo, com uma rotação a mais, e o Windsor, considerado mais elegante para ser usado numa ocasião especial. O simples, além de ser o mais prático e comum, também vai bem em todo o tipo de gravata. Os outros dois pedem uma slim e longa, devido à forma triangular que deixa o nó mais natural. “Não existe distinção entre nós de gravata para ambientes festivos e para os comerciais. Ao escolher o nó, deve-se levar em consideração o colarinho da camisa, o estilo da pessoa, e o que mais cai bem”, explica João Camargo, o dono da marca. Mas, para fazer um nó de gravata mais cheio e trabalhado, como o Windsor, é preciso de tempo. Em dias de muita pressa, o simples pode resolver o problema. Para não enfrentar dificuldade na hora de fazer o nó, é necessário praticar para adquirir habilidade e entender o número de voltas a ser dado em cada um dos nós. “A dica é começar com o nó simples e ir treinando na frente do espelho. Gravatas com o nó pronto não são indicadas, pois têm limite de comprimento”, completa. Embora agilidade e prática sejam importantes, a matéria-prima da gravata também deve ser levada em conta na hora da compra, pois a qualidade do tecido garante a perfeição do nó. “Sempre sugiro gravatas 100% seda. A seda é um tecido que facilita o feitio do nó, além de conferir elegância ao traje”, afirma José Camargo. Para incrementar ou aprender a fazer um nó na gravata, confira o passo a passo logo abaixo.




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