Apesar de o mercado exigir muita dedicação e esforço, tanto tempo devotado à atividade profissional pode estar relacionada à compulsão pelo trabalho. Os workaholics, como são chamados os compulsivos por trabalho, colocam o emprego e suas responsabilidades acima de qualquer outra parte da vida – o que acaba gerando sofrimento para os que estão ao seu redor. De acordo com a psicóloga organizacional Mariana Bacellar, existem dois tipos de workaholics: os que executam de forma compulsiva o trabalho e os que mantêm pensamentos que acabam atrapalhando os outros círculos sociais. “Esse pensamento compulsivo sobre a atividade profissional acaba por atrapalhar o sono e as outras atividades da rotina, como o relacionamento com família e amigos”, comenta.  

Mantenha seus relacionamentos fora do trabalho

Como qualquer tipo de compulsão, um diagnóstico preciso é a melhor forma de resolver o problema, explica Mariana. “Quando a dedicação ao trabalho começa a se transformar em sofrimento, é hora de procurar ajuda de um profissional”, diz. De acordo com a psicóloga, algumas atitudes podem colaborar para evitar tornar-se um workaholic. “É importante que a pessoa mantenha seus compromissos com a família e com os amigos e desligue do trabalho nos momentos de lazer”, afirma.  

Não confunda workaholics com outros problemas emocionais

Para Mariana, é muito comum que se confunda a compulsão pelo trabalho com algum outro problema emocional. “Muitas vezes, as pessoas estão com problemas em casa ou alguma outra área e acabam utilizando o trabalho como uma válvula de escape”, comenta. Nesses casos, é importante que o diagnóstico seja correto e que a relação com o trabalho acabe não atrapalhando o convívio com outras pessoas.




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