Carreira e Negócios

Baixa performance

Por admin em 20 de Março de 2014

Desmotivação, baixa produtividade, boatos e problemas de comunicação. Esses são alguns dos sintomas de que algo não vai bem em uma empresa ou uma equipe de trabalho.

De acordo com Camila Bounassar, psicóloga da empresa de desenvolvimento humano e organizacional Horison, há diversos fatores que causam baixa performance em equipes: desmotivação e insatisfação no trabalho pela ausência de feedback do superior imediato, ausência de um propósito no trabalho, falta de desafios profissionais, relacionamento ruim com o superior imediato e ausência de um plano de carreira com remuneração compatível com a competência apresentada. Na opinião de Camila, as empresas possuem um grande desafio para aumentar a performance de seus colaboradores, e a liderança tem um papel fundamental nesse processo. “Primeiramente, torna-se necessário uma melhor preparação das lideranças. Muitos líderes são nomeados ao cargo por terem apresentado resultados positivos enquanto técnicos, porém, não possuem formação para a gestão de pessoas”, pontua a psicóloga. Para se tornar um bom líder e manter a equipe com uma boa performance, é essencial desenvolver competências importantes, ser um líder coach. Camila cita a prática de feedbacks frequentes para alinhar missão, visão e valores da empresa; definir metas desafiadoras juntamente com seus subordinados; acompanhar o andamento dos projetos monitorando os prazos de conclusão; estar disponível e aberto para que seus subordinados o procurem para trocar ideias e tirar dúvidas; desenvolver sua equipe fornecendo apoio, dando desafios para que seu potencial máximo seja explorado. Como lidar com baixa performance Segundo a psicóloga, o líder deve estar próximo e atento a toda e qualquer situação que ocorra em sua equipe. “Ao perceber comportamentos como fofocas na equipe, deve tomar atitudes imediatas frente aos colaboradores para que não influencie no comportamento de outros e não comprometa a equipe e seus resultados. O líder deve procurar entender a conduta para poder agir da melhor forma, evitando expor os colaboradores a situações constrangedoras que poderão agravar a situação”, justifica. Para Camila, a demissão deve ser sempre adotada como último recurso. “Deve-se dar prioridade a conversas onde são apontados os gaps, problemas ocorridos e acompanhar o colaborador para verificar se há alguma mudança em seu comportamento ou pelo menos o desejo de mudar”, conclui.




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